Papa institui memória de Maria, 'Mãe da Igreja', no calendário litúrgico

  

Santa Maria, Mãe da Igreja

Na segunda-feira depois de Pentecostes, a Igreja celebra a Memória de "Maria Mãe da Igreja". Oferecemos alguns textos para meditar sobre essa festa litúrgica.

Ícone de Maria, Mãe da Igreja ("Mater Ecclesiae"), na Praça de São Pedro, em Roma.

Decreto sobre a celebração da bem-aventurada Virgem Maria, Mãe da Igreja no Calendário Romano Geral

Comentario “A Memória de Maria “Mãe da Igreja”, de Robert Sarah, Prefeito da Congregação do Culto Divino e da Disciplina dos Sacramentos

A história do mosaico de Maria, Mater Ecclesiae

Um dos elementos arquitetônicos mais recentes na praça de São Pedro é o mosaico dedicado a Maria "Mater Ecclesiae", com o texto Totus Tuus, mais uma demonstração do carinho de São João Paulo II a Nossa Senhora.

Considerações do Papa Francisco

Gostaria de contemplar Maria como imagem e modelo da Igreja. E faço-o, retomando uma expressão do Concílio Vaticano II. Lê-se na Constituição Lumen gentium: “A Mãe de Deus é o modelo e a figura da Igreja, na ordem da fé, da caridade e da perfeita união com Cristo, como já ensinava santo Ambrósio” (n. 63).

 “Esta celebração ajudará a lembrar que a vida cristã, para crescer, deve ser ancorada no mistério da Cruz”, disse o cardeal Robert Sarah - Da redação, com Ecclesia

O Papa Francisco publicou neste sábado, 3, um decreto que determina a inscrição da Memória da “Bem-aventurada Virgem, Mãe da Igreja” no Calendário Romano Geral, a ser comemorada na segunda-feira depois da celebração de Pentecostes.

“Esta celebração ajudará a lembrar que a vida cristã, para crescer, deve ser ancorada no mistério da Cruz, na oblação de Cristo no convite eucarístico e na Virgem, Mãe do Redentor e dos redimidos”, lê-se no decreto, assinado pelo Prefeito do Dicastério, o cardeal Robert Sarah.

O motivo da celebração está brevemente descrito no Decreto “Ecclesia Mater”: favorecer o crescimento do sentido materno da Igreja nos pastores, nos religiosos e nos fiéis, como, também, da genuína piedade mariana.

“Considerando a importância do mistério da maternidade espiritual de Maria, o Papa Francisco estabeleceu que na segunda-feira depois do Pentecostes, a Memória de Maria Mãe da Igreja seja obrigatória para toda a Igreja de Rito Romano”, comentou o cardeal.

De acordo com o Decreto, em que a celebração da bem-aventurada Virgem Maria, por norma do direito particular aprovado, já se celebra num dia diferente com grau litúrgico mais elevado, pode continuar a ser celebrada desse modo.

“O desejo é que esta celebração, agora para toda a Igreja, recorde a todos os discípulos de Cristo que, se queremos crescer e enchermo-nos do amor de Deus, é preciso enraizar a nossa vida sobre três realidades: na Cruz, na Hóstia e na Virgem – Crux, Hostia et Virgo. Estes são os três mistérios que Deus deu ao mundo para estruturar, fecundar, santificar a nossa vida interior e para nos conduzir a Jesus Cristo. São três mistérios a contemplar no silêncio.”

Anexo ao decreto foram apresentados, em latim, os respectivos textos litúrgicos, para a Missa, o Ofício Divino e para o Martirológio Romano. As Conferências Episcopais providenciarão a tradução e aprovação dos textos, que depois de confirmados, serão publicados nos livros litúrgicos da sua jurisdição.

Este ano a celebração vai ser no dia 21 de maio, segunda-feira de Pentecostes.

Fontes - https://noticias.cancaonova.com/especiais/pontificado/francisco/papa-institui-memoria-de-maria-mae-da-igreja-no-calendario-liturgico/ - http://opusdei.org/pt-br/article/santa-maria-mae-da-igreja-mater-ecclesiae/

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